Previsões e “chutes” para o BCC: Individual Feminino

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Sem grandes ou conhecidos nomes internacionais, a disputa pela vaga dos CrossFit Games entre as mulheres pelo Brazil CrossFit Championship está completamente aberta. Guilhermo Gulin juntamente coma equipe do Hugo Cross se debruçou nos dados para chegar a algumas conclusões. Vamos começar com quem já está classificado. A única atleta com experiência no individual nos Games, a argentina Melina Rodriguez, já tem sua vaga confirmada esse ano ao ficar em primeiro no Open pela Argentina. Sasha Nievas, outra Argentina, garantiu sua vaga pelo Open ao ficar na 36a colocação geral no mundo. Então….quem tem chances?


Entre as estrangeiras talvez a grande favorita seja Cecília Ramirez Villamil. A mexicana, que ficou apenas atrás de Brenda Castro no Open no México, é uma atleta experiente com 4 regionais (tendo obtido o 3º lugar em 2018) e quase conseguiu a vaga ano passado pelo próprio BCC. Nome importante a ser considerado.


Não é possível analisar, contudo, como as outras atletas são pela pouca participação das mesmas em regionais/sancionados. Mia Edgard e Dani Davis até tem alguma experiência por times nos regionais. Stephanie Mcguffie obteve um 9º lugar no Reykjavik CrossFit Championship em 2019, mesma posição da sueca Antonia Falt-Kottulinsky no Pandaland nessa temporada. Nenhum dos dois eventos tinha uma grande quantidade de nomes relevantes e, portanto, não chegam a ser muito conclusivos.


Por isso, talvez, as brasileiras esse ano podem surpreender muito. Temos atletas com grande histórico de experiências em regionais, como Antonelli Nicole e Anita Pravatti, ambas com 6 participações. As duas também já foram as melhores no Open e as duas ganharam o TCB (1 vez para Antonelli e 4 para Anita Pravatti). São dois nomes fortíssimos para a vaga. Mas não estão sozinhas, Andreia Pinheiro, disputou um regional em 2018, além do próprio BCC ano passado e o Dubai CrossFit Championship obtendo a 19ª colocação. E a nossa baixinha Luiza Dias foi a melhor colocada nos online qualifiers do BCC e a melhor do Open entre as mulheres que competirão. Ela tem experiência também por times no BCC e em três regionais.


Por fim, como esquecer das cariocas? Nathália Mencari disputou os regionais de 2018 e ganhou o TCB de 2019. Thatianne Freitas e Thais Nunes são outros dois nomes que disputaram regionais de 2018, a primeira no individual e a segunda por times e podem surpreender. E talvez quem possa acabar por surpreender é uma nova atleta, em ascensão, Camila Siller que estreou no TCB já na 7ª colocação geral esse ano.


É esperar para ver. Qualquer coisa pode acontecer no BCC esse ano na disputa do individual feminino.