Nossas escolhas para os top 5 da etapa online dos CrossFit Games 2020

Compartilhe

Na semana dos Games decidimos fazer todos nós do HugoCross, Sergio (@sergiodsan), Ricardo (@raitec) e Márcio (@marciobrittos), além dos nossos dois colaboradores, Erick (@erickgc01)e Gulin (@guigulin), quais dos 5 atletas sobreviverão a essa primeira etapa online para chegar na etapa presencial.

O que? Ainda não sabe como vai ser o Games esse ano? Então leia sobre tudo aqui.

Diferentemente do Rogue Invitational, não haverá uma transmissão ao vivo dos atletas fazendo as provas. Eles a farão em janelas especificadas pela CrossFit mas respeitando a hora local de cada país. As transmissões serão apenas um informativo para o público e será feito por Niki Brazier e Sean Woodland. O Leaderboard só será liberasdo quando todos os resultados forem publicados. Mas diferente do Open, eles não poderão refazer quantas vezes quiserem o mesmo workout. Assim que começarem, não podem voltar atrás mais.

Sobre os palpites, cada um de nós fez baseado nas próprias crenças do que acha que é ou não importante. Basicamente, estamos é dando nossa cara a tapa para sermos cobrados e criticados no futuro e espero que vocês postem nos comentários o palpite de vocês para cobrarmos de volta.

Vamos lá?

Sergio Sanchez

Meus palpites para essa etapa online são muito baseados em resultados do Open e também do Rogue invitational. A escolha desses dois é muito por que essa primeira etapa é online, ou seja, muito baseado em CrossFit clássico e feito em um box. Sabemos que eles terão corrida pois isso foi exigido a eles (acesso a uma pista de 300 m para ir e 300 para voltar). Ao mesmo tempo não terão argolas, pois não estava no material solicitado. Terão remo porém não bike. Vale salientar que eles serão julgados por um judge enviado pela CrossFit. Ou seja, não haverá revisão depois.

Mulheres:

  • Tia-Clair Toomey – Campeã das últimas três edições dos Games, campeã do Rogue invitational. Além disso sua participação no Open tem melhorado consistentemente, culminando com um 4º lugar ano passado. Não dá para imaginar 2020 sem ela.
  • Sara Sigmundsdottir – Desde sua estreia no Open em 2015, Sara ganhou 3 vezes o CrossFit Open e apenas uma vez ficou fora dos top 5. Além disso, o segundo lugar conquistado no Rogue Invitational deixa Sara em excelente posição para conseguir uma vaga nos top 5 e se redimir nos Games 2019.
  • Kara Saunders – Apenas 5 meses após ter tido seu primeiro filho, Kara obteve um impressionante 12º lugar no Open 2020. Competindo de madrugada no Rogue Invitational, ela ainda finalizou comum impressionante 3º lugar. Ela lutará bravamente pela vaga e com muitas chances de entrar.
  • Jamie Simmonds – Desde que ganhou o Open em 2016, Jamie Simmonds (cujo nome de solteira era Jamie Greene), ela só ficou um ano fora dos top 5. É visível como Jamie tem crescido muito como atleta, conquistando inclusive um 3º lugar nos Games ano passado.  Um 4º lugar no Rogue Invitational ainda por cima confirma sua qualidade como atleta e a qualifica para a vaga.
  • Kristin Holte –  A segunda colocada nos Games ano passado, ficou em 3º nos últimos 2 Opens. Sua participação no Rogue Invitational não foi das melhores (9º lugar), mas ainda considero que ela pode ter grandes chances de entrar no final.

Esses são meus palpites mas confesso que se dependesse de wishfull thinking eu trocaria a Kristin pela Sam Briggs. Além disso não me surpreenderia se uma das duas americanas Kari Pearce ou Amanda Barnhardt conseguissem uma das vagas.

Homens

  • Matthew Fraser – Tetracampeão dos Games. Precisa falar mais alguma coisa? Além disso ele ainda foi o campeão do open em 2015, 2017, 2018, 2019 e segundo lugar em 2020. Tem como não incluir ele entre os favoritos?
  • Patrick Velner – Campeão do Open de 2020 e do Rogue Invitational, ele é um mestre de provas clássicas do CrossFit. Além disso, acho que sua frustrante participação nos Games ano passado pode fazer ele vir com ainda mais vontade esse ano.
  • Noah Oslen – Ele conquistou o segundo lugar nos Games ano passado. Fez o Fraser lutar para retornar ao primeiro lugar, quase tirando dele o título de campeão. Apesar de ter sido o campeão do Games em 2016, sua participação é instável. Mas um 3º lugar no Rogue esse ano mostra que ele ainda sabe comandar bem no Open quando preciso.
  • Bjorgvin Karl Gudmundsson – BKG é um atleta conhecido pela sua máquina e não pela sua força bruta. Não apenas nos últimos 4 anos ele esteve 3 vezes nos top 5, ele ficou em 2º lugar no Rogue desse ano, sempre foi excelente em regionais (o que seria mais próximo talvez nessa versão online) e já conquistou duas vezes o 3º lugar nos Games.
  • Chandler Smith – Isso pode ser um pouco de wishfull thinking, pode ser um pouco por que apesar da técnica dele não ser perfeita, ele tem uma força de vontade impressionante. Ele vem melhorando consistentemente no Open e ainda teve uma espetacular colocação no Rogue Invitational e quase pegou um pódio.

Pode ser que alguém surpreenda, como o russo Roman Khrenikov, que já se classificou antes para os Games mas nunca foi por causa de ter o visto negado. Ou ainda sermos surpreendidos pelo canadense que quase ganhou o Open esse ano, como Jeffrey Adler.

Ricardo Accioly

Baseado nos resultados dos últimos anos, acredito que os top 5 serão os seguintes:

Mulheres

  • Tia-Clair Toomey
  • Kara Saunders
  • Kari Pearce
  • Sara Sigmundsdottir
  • Kristin Holte

Homens

  • Mathew Fraser
  • Bjorgvin Karl Guadmundsson
  • Noah Oslen
  • Jacob Heppner
  • Chandler Smith

Márcio Brito

Diferentemente de alguns aqui, confesso que minha escolha é em parte baseada em fatos (pelo melhores atletas) e parte baseado em wishfull thinking, ou seja, quem eu gostaria de ver disputando mesmo a grande final.

Mulheres:

  • Tia-Clair Toomey
  • Katrin Davidsdottir
  • Sara Sigmundsdottir
  • Dani Speegle
  • Kara Saunders

Homens:

  • Mathew Fraser
  • Patrick Vellner
  • Bjorgven Karl Gudmundsson
  • Noah Ohlsen
  • Cole Sager

Erick Guimarães

Mulheres:

  • Tia-Clair Toomey – Preciso falar o motivo de Tia-Clair aparecer na minha lista? Unânime! A atleta, junto com Fraser, a ser batida. Estará entre as 5.
  • Sara Sigmundsdottir – Uma das minhas preferidas. Também não imagino essa lista sem Sara. Aposto muito nela não só por suas habilidades, mas também pela experiência. O lado mental conta e muito no CrossFit.
  • Kara Saunders – Essa se supera de todas as formas durante os campeonatos. O que Kara fez no Rogue Invitational foi impressionante. Mãe há pouco tempo, competindo em seu box na Austrália, com o fuso horário prejudicado realizando provas às 2 da manhã, e, mesmo assim, fez uma competição brilhante. Aposto muito nela.
  • Kari Pearce – Pearce vende caro suas derrotas. Conta com ótimos movimentos ginásticos. Acho que estará dentro.
  • Haley Adams – Adams é mais uma torcida do que opinião. Com apenas 19 anos, ela realizou algo que muitos atletas almejam, mas pouquíssimos conseguem: Sair do teens e ir para Elite se mantendo em alto nível e brigando no topo. Minha torcida é para ela e acredito que tenha chances.

Homens

  • Matthew Fraser – Complicado pensar que Fraser teria alguma possibilidade de estar fora dessa lista, né? Na minha opinião, não há dúvidas, o “papa-títulos” vai para fase final.
  • Patrick Velner – Sempre muito sólido e consistente, também não consigo imaginar Velner fora. Talvez o cara que mais se aproxime de Fraser. Vem mordido pelo fracasso do Games de 2019.
  • Noah Oslen – Exímio ginasta. Deixou uma boa impressão no Games do ano passado. Difícil não conseguir vaga.
  • Bjorgvin Karl Gudmundsson – Um dos caras que eu mais aposto para os próximos anos. Bjorgvin faz parte da nova geração que vem forte pra brigar por títulos. Gosto muito desse atleta e acho que pesca essa vaga.
  • Brent Fikowski – Não acho que Fikowski esteja no auge de sua vida como atleta, mas não podemos ignorá-lo. Mais um que deixou a desejar no Games de 2019, aposto em Fikowski brigando e conquistando o passaporte para outubro.

Guilhermo Gulin

Mulheres:

  • Ragnheidur Sara Sigmundsdottir – neste formato de competição em minha opinião a Sara é a favorita, a vencedora do open 2020 ficando em 2º em 3 das 5 provas,  é muito forte em competições online e in box. Fica a torcida para que ela possa desencantar nos Crossfit Games.
  • Tia-Clair Toomey – nome presente em qualquer lista quando se fala de Crossfit, Tia é a favorita a levar a etapa presencial e acredito que deva passar com facilidade nesta fase online e conquistar seu quarto título de mulher mais bem condicionada do mundo.
  • Jamie Simmonds – conquistou uma vaga nesta lista após boas atuações nos opens, vencendo em 2016 e tendo dois 4º em 2017 e 2019 e um 5º em 2020, neste modelo online e no box ela é uma das atletas mais constantes, fator que leva ela a segunda fase em minha opinião.
  •  Kari Pearce – A melhor americana no open sempre é uma forte candidata a títulos. A número 5 no ano e crescendo nas competições, Kari tem grandes chances de passar para a etapa presencial.
  • Katrin Tanja Davidsdottir – mesmo com um resultado não muito bom nos Games 2019, nunca podemos duvidar de uma bicampeã. Katrin entrou  nos 45 minutos do segundo tempo porém acredito que neste novo formato ela tenha grandes chances de surpreender e voltar ao top 5 do Games em 2020.

Homens:

  • Mathew Fraser – Na minha opinião Fraser se classifica com folga, o tetracampeão é muito forte em todos os estilos de competição, não vejo ele fora do top 5 e acredito que ele leva o primeiro lugar na primeira e na segunda etapa.
  • Patrick Velner – O número 2 em 2018 vem em um bom ano, onde ficou em 1º lugar geral no open e é um atleta muito forte no CrossFit no box. Em  todo CrossFit Games esse atleta sofre muito nas provas externas como natação, bicicleta, corrida etc.., com o novo formato deste ano eu acredito que ele seja o mais beneficiado pelo modelo. Logo, ele estará entre os top 5 na primeira etapa, e será a maior ameaça a Fraser.
  • Noah Ohlsen – o vice campeão de 2019 vem com sede de vitória neste ano, acredito que ele se classifica entre o top 5, lembrando que ele já levou um open em 2016 e um segundo lugar no open em 2017 demonstrando que se sente confortável em competições online.
  • Bjorgvin Karl Guadmundsson – o melhor Islandês da história vencendo todos os open do pais desde 2015 é nome presente no top 5 do pódio do games sendo que ficou em 3º lugar no ano passado é um nome que não pode ficar de fora desta lista.
  • Jonne Koski – o melhor finlandês dos últimos anos conquistou um lugar nesta lista pelas boas atuações em competições online, como vencer todos os opens de seu país e um 9º lugar no open em 2017 e 11º em 2020 e é uma tímida aposta para passar para a segunda etapa.

E os seus palpites??? Quais seriam???

Enable Notifications    OK No thanks