Leaderboarding – como está a situação após o 21.1?

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Leaderboarding é o ato de ficar olhando o leaderboard e acompanhando o que está acontecendo conforme os resultados são postados. Lembrando que os resultados podem ser submetidos até a segunda feira após o anúncio à noite e o responsável pelo box pode validá-los até a quarta-feira. Ou seja, apenas na quinta-feira mesmo teremos uma noção de como de fato está a situação apesar de que a maior parte já sai na segunda.

O 21.1 foi um treino extremamente inclusivo e que praticamente todos com uma corda, uma parede e um espaço puderam fazer. Essa é uma característica do primeiro treino do Open, ser sempre o mais inclusivo. Por isso sempre há pessoas novas ou pouco conhecidas nas primeiras posições do leaderboard após a primeira semana. Contudo, esse cenário tende a mudar conforme as semanas passam. Esse ano são apenas 3 semanas, então obviamente que não há muito espaço para inovar conforme o tempo passa. Mas como 10% passa para a próxima fase, os atletas também não precisam se superar em demasiado nessa fase, mas apenas mesmo na fase de quartas de final para garantir uma vaga na semi e na semi para ir aos Games.

Masculino

No cenário mundial quem lidera é o argentino Felipe Costa que fez no tempo de 10’54”. Ele e o australiano Jacob Wheeler foram os únicos que fecharam abaixo dos 11 minutos. Entre os brasileiros podemos destacar:

  • Pedro Martins – Com um resultado impressionante de 12:58, Pedro ficou com a primeira colocação no Brasil e 74° no mundo;
  • Juan Velleda – No auge dos seus 33 anos, Juan garantiu a 2° colocação com excelente tempo de 13:25;
  • Diego Schmidt – ficou com o terceiro melhor tempo nacional com 13’53”
  • Guilherme Malheiros – o campeão do Open no Brasil ano passado obteve o bom score de 14:36 e garantiu a 9° colocação no Brasil. Malheiros detalhou que sentiu dificuldade e não conseguiu fechar na primeira tentativa;
  • Anderon Primo – Sempre lotado de expectativas, o “champs” não conseguiu o sucesso esperado. Com 572 reps, Anderon está na 34° posição.
  • Thainã Beraldo fez o 4o melhor tempo e Luis Felipe Bastos Lopes Portes fez o 6o melhor tempo. Eles foram os únicos brasileiros no top 10 a disponibilizarem seus vídeos.
  • Lucas da Rosa (5°), Eduardo Silva (7°) e Bruno Magalhães (8°) e Luiz Felipe Oliveira (10o) completam o top 10 nacional.
  • Outros nomes conhecidos do público brasileiro como Chalfun (91°), representante do país nos Games em 2018, Kaique Cerveny (97°), campeão do TCB em 2019, Mateus Ferro (110°) e Vitor Caetano (116°) não conseguiram fechar o 21.1.

Feminino

Entre as mulheres, apenas a norueguesa Andrea Solber fechou abaixo de 11′, como tempo de 10’50”. Veja como estão as brasileiras.

  • Gabi Moratti – Seu ótimo resultado já era esperado e apenas confirmado após a divulgação do leadboard: 13:43 (primeira colocada no Brasil) e 109° no mundo;
  • Luiza Mascarenhas – Com apenas 23 anos, Luiza demonstrou um enorme potencial fechando em 14:04 e garantindo a 2° colocação. Ela também disponibilizou seu vídeo no site da CrossFit.
  • Lari Cunha – Campeã do Open ano passado, Lari não decepcionou com 14:34 e 3° colocação no Brasil;
  • Bia Clemente – Talvez uma das maiores surpresas (não por duvidar do seu talento, mas por ser sua primeira competição na categoria elite). Bia, com o tempo de 14:42, não demonstrou sentir a pressão das mudanças e conquistou a 4 colocação;
  • Amanda Fusuma – Empatada com a Bia, Amanda demonstrou que continua evolução no cenário brasileiro. 4° lugar pra ela. Essas inclusive foram as únicas brasileiras a fechar o workout.
  • Anita Pravatti – a pentacampeã brasileira não foi bem no 21.1 e acabou finalizando na 81a colocação geral.
  • Jane Silva (6°), Jessica Martins (7°) – que também disponibilizou seu vídeo, Adriana Valeska (8°), Luiza Dias (9°) e Susana Etto (10°) completaram o top 10 do 21.1.

Destaques das categorias de idade

Há muitos brasileiros disputando as categorias de idade e sabemos que essa é ainda a primeira etapa. mesmo assim, como devemos traçar um limite em algum momento, vamos focar apenas nos brasileiros entre os 20 melhores do mundo em cada categoria ou, caso não haja nenhum, em o brasileiro melhor colocado no momento.

  • Na 108a colocação, Maria Cândida é a brasileira mais bem posicionada na categoria meninas 14-15;
  • Na 20a colocação, Gustavo Pusch busca sua vaga para seu primeiro CrossFit Games;
  • Após ter se classificado duas vezes na categoria 14-15 anos sem conseguir ir, Eduarda Souza luta pela sua primeira vaga esse ano. Após o 21.1, se encontra na 43a colocação;
  • Com 17 anos, Bernardo Jardim ficou na 22a colocação após o 1o workout na categoria 16-17 anos;
  • Ela ficou em 1o geral após o age group online qualifier ano passado e já tem um Games na bagagem, Susana Etto ocupa atualmente a 76a na cat 35-39colocação após o 21.1;
  • Paulo Henrique Marinho, conhecido membro do time da CFP9, atualmente é o brasileiro mais bem colocado na categoria 35-39 anos na 70a colocação;
  • Na categoria 40-44, Janaína Barduco Garcia é a brasileira mais bem posicionada na 53a colocação enquanto que Fernando Gonçalves está na 14a colocação geral;
  • Na categoria 45-49, os brasileiros Luciane Macias e Junior Carvalho se encontram na 72a e 6a colocação, respectivamente. Luiz Pontes também merece destaque na 20a colocação após o 21.1;
  • Joslene Cordeiro Santos (54a colocação) e Massussinei Silva (77a colocação) são os brasileiros melhores posicionados na cat 50-54 anos;
  • Lasara Magnani se classificou para os Games ano passado e está na 53a colocação e o Luiz Sergio Lenda está na 21a na categoria 55-59 anos;
  • Na categoria 60-64 nós temos Socorro Sobreira na 32a colocação geral e Fernando Haselof na 7a;
  • Por fim, temos Sonia Abada na 283a colocação e Jair Marques na 175a colocação na categoria 65+.

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