Em vídeo, Lari Cunha afirma ter provado sua inocência

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Em um vídeo publicado em seu Instagram no domingo, 12 de Setembro, Lari Cunha afirmou que conseguiu provar sua inocência. A começar, o exame antidoping teria apontado uma concentração baixa de Ostarina no sangue. Mesmo sendo baixa para não melhorar seu desempenho, a CrossFit não permitiu que competisse.

Lari Cunha afirmou então que deixou seus manipulados nos Estados Unidos para teste e que dois deles apontaram uma concentração baixa de Ostarina o que, segundo ela, caracterizaria contaminação cruzada. A atleta está em apelação e o caso ainda não foi finalizado pela CrossFit.

A título de histórico, vale salientar que já houve casos anteriores em que o atleta conseguiu provar contaminação cruzada e mas mesmo assim a CrossFit manteve uma penalidade, ainda que reduzida, por exemplo, de 4 para de para 2 anos de suspensão.

Isso porque a CrossFit, historicamente, mantém um entendimento de que sendo o atleta responsável por tudo que ingere, as consequências disso também são de sua responsabilidade.

Para o momento, nada ainda é definitivo, e há que se aguardar a decisão final da CrossFit, que poderá aceitar ou não o resultado dos testes e aplicar ou não uma punição.

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